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Empreendedorismo, Negócios

O mercado de startups está em alta. Se a poucos anos era difícil encontrar uma boa quantidade de empresas que estavam iniciando seus projetos inovadores, que poderiam ser rapidamente escaláveis mas ao mesmo tempo inseridas em mercados extremamente incertos, hoje o cenário mudou completamente.

Temos diversas incubadoras e aceleradoras sedentas em busca de negócios que despertem um “algo a mais” e vários novos empreendedores em busca de investimentos. E isso é muito bom para todos os lados. Só que em meio a tudo, os empreendedores precisam ficar atentos para não “colocarem a carroça na frente dos bois”.

Quem inicia hoje um projeto de startup precisa ter em mente que duas coisas irão existir ao longo do processo: 1. acontecerão erros e 2. testes deverão ser feitos. Um exemplo de erro que pode acontecer seria lançar um produto ou serviço focado em um público que não está disposto a comprá-lo no determinado momento que está colocando no mercado.

Outros erros irão aparecer, é algo normal dentro da sequência de evolução de uma startup. Mas esse é um erro básico de mercado, e só acontece quando não se cumpre a segunda regra, que é a realização dos testes.

E nesse caso, os testes vão ser o “braço direito” da empresa. Eles são a forma de diminuir ao máximo os erros. Um teste de mercado para analisar a reação de possíveis compradores do seu produto é determinante para mostrar os próximos passos em cada organização.

Mas o que se vê em alguns casos é o maior vilão de todos: a pressa. O ditado “a pressa é inimiga da perfeição” não existe a toa. Precipitação para colocar tudo em prática de uma hora para outra, pressa para transformar um sonho em realidade. Se deixar levar por isso pode ser o maior erro que pode cometer para sua empresa. 


Você pode ser rápido, mas com qualidade

 

Existe um método que alia essa pressa em colocar tudo para frente e a realização de testes fundamentais para as análises ideais do negócio. No livro “Sprint: O método usado no Google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco dias”, do autor Jake Knapp, temos uma explanação muito rica sobre o método que ajudou várias startups a alavancarem seus negócios de forma rápida mas bastante organizada.

O método Sprint se resume a uma sequência de passos que devem ser seguidos dentro de uma semana para realizar os testes necessários dos produtos ou serviços que uma startup pretende lançar.

É uma semana totalmente focada em colocar em prática um protótipo que determinará os ajustes necessários antes de entrar com tudo no mercado. Desde a segunda-feira, onde as ideias são levantadas, até a sexta-feira, onde o teste é realizado de fato com os protótipos criados, o Sprint vai indicar pontos que talvez passassem despercebidos.

A leitura do livro é muito válida para qualquer empreendedor em qualquer nível de atuação. As dicas e os passos citados vão te ajudar a entender bem o processo que pode ser aplicado a todo o momento na sua empresa, e tudo através de cases reais de startups que tiveram sucesso entendendo qual o passo que deveria dar em seguida.

Com tudo isso levantado aqui, fica fácil entender como os testes devem ser levados bastante a sério para elevar o nível da sua startup. O mercado brasileiro está na expectativa de encontrar novos unicórnios (startups com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão), e por que não poderia ser a sua? Basta seguir a sequência Pensar – Testar – Aplicar. Agora é com você.

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Educação, Negócios

“Todos precisamos de pessoas que nos dêem feedback. É assim que melhoramos.” Bill Gates

Há um tempo recebo regularmente pedidos de feedbacks, na maioria dos casos de conexões aqui do LinkedIn, Facebok e pelo Whatsapp. Faço o possível para ser sempre conciso.

Diante de algumas respostas curiosas que recebi, como: “as pessoas tem dificuldade para dar um feedback”, “é difícil as pessoas falarem, parece que não querem que você empreenda”, “obrigado pela atenção, hoje em dia está meio difícil”, e como gestor de um projeto que vem sendo validado e vem crescendo, e onde busco colher muitos feedbacks, faço umas poucas observações sobre o tema aqui.
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Empreendedorismo, Marketing, Negócios
As vendas são o fator principal de qualquer negócio e sem ela qualquer negocio estará condenado ao fracasso, afinal, sem venda não tem faturamento. Quando pensamos em vender mais, dificilmente a primeira coisa que nos vem à cabeça é a importância de ter processos claramente definidos.

Profissionais de vendas muitas vezes são selecionados por características como pro-atividade, jogo de cintura, autodeterminação e tendem a realizar tarefas do seu próprio jeito, baseados nas experiências pessoais do que já deu certo no passado.

Ao contrário do que a maioria das pessoas acham as vendas não são simplesmente encontrar a pessoa e tentar convencê-la, é preciso aplicar uma série de técnicas de vendas e, principalmente, conhecer e trabalhar os processos de vendas.

Os processos de vendas correspondem às etapas e fases que são ‘passadas’ desde o início até a concretização e recebimento do dinheiro ao efetuar uma venda. A importância é elevada, já que você irá desenvolver através de estudos como é que funciona, organizar e até mesmo aperfeiçoar o seu setor de vendas para obter o máximo de efetividade.

A seguir as Etapas do Processo de Vendas:  
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Educação, Negócios, Uncategorized
Já sentiu dificuldade em se relacionar com o seu dinheiro? Nesse episódio do podcast Educação Criativa Vasco Patú fala da importância de criar metas financeiras de curto, médio e longo prazo para crescer e se destacar profissionalmente.

Treinamento de leitura para hiperaprendizagem – http://bit.ly/hiperaprendizagem  
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Empreendedorismo, Mindset, Negócios, Uncategorized
Vivemos num tempo de abundância de informações, atividades, interesses, isso ninguém pode negar. A consequência não intencional disso é que somos bombardeados por mais informações e escolhas num dia do que éramos durante uma vida inteira há alguns anos atrás, é muito difícil apesar de ouvirmos tanto falar sobre FOCO, desenvolver essa capacidade.

Assim, estamos sujeitos a uma “overdose de informações”. Acumulamos informações que às vezes são excedentes, guiados pela máxima: “conhecimento nunca é demais”. Conhecimento de fato nunca é demais, mas informação, às vezes é sim.
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